13 de abril de 2009

O VINHO NOVO

Edvard Munch - O Grito (1893)

Óleo sobre Tela - Galeria Nacional de Oslo

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"Está consumado..."

João 19.30

O brado de Cristo foi um brado de dor, de angústia, mas acima de tudo foi um brado de alívio, de libertação. A separação entre a sufocante atmosfera judaica , entre o sistema da lei e do pecado e a nova religião da graça estava consumado.

Quantas vezes o grito sufocado de nossas gargantas não ganha os ares? Quantas vezes a resignação reina impássivel sobre a liberdade em Cristo?

Cristo nos chamou para a liberdade. Liberdade das expectativas alheias; liberdade do pecado; liberdade do mundo físico; liberdade do desespero.

A atmosfera sufocante da época, a dor, o medo, não impediram Jesus de ser livre. O que impede nós de sermos livres? O que nos impede de consumar aquilo que Deus nos propôs? O que nos impede simplesmente de gritar?

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